Recentemente a Santa Casa de Pompeia divulgou nota, a fim de esclarecer sobre informações recentemente veiculadas em vídeo nas redes sociais envolvendo a instituição, sua administração, obras, recursos e parcerias.
A nota explica a paralisação das obras da Santa Casa como “necessidade de adequação administrativa e documental no curso do processo”. Ainda de acordo com o divulgado, a situação encontra-se regularizada e as condições estão aptas para a retomada da obra. Também destaca-se que os recursos para esse tipo de obra são vinculados, fiscalizados e liberados conforme regras, medições e cronograma de execução. Portanto, não procede qualquer insinuação de desaparecimento, retenção indevida ou uso irregular de valores.
O comunicado da Santa Casa ainda trata sobre o Pronto Socorro, o SUS e o custeio. Dados mostram que 82% dos serviços prestados à população vêm do SUS, enquanto que o restante de convênios, planos de saúde e particulares.
Também citou o convênio envolvendo o Departamento de Higiene e Saúde (DHS) com a Santa Casa, ligado à Estratégia Saúde da Família e outros serviços que não devem ser confundidos com a urgência e emergência. Explica-se que o DHS contrata profissionais por meio da Santa Casa utilizando a estrutura administrativa da entidade e os benefícios tributários decorrentes de sua natureza filantrópica, gerando economia e eficiência para o sistema municipal de saúde.
A gestão financeira desse convênio é feita de forma compartilhada entre o Município e o DHS, sendo os recursos depositados em conta separada e específica, destinada ao pagamento de salários e outras obrigações.
A nota se deu ao tom de insinuações de irregularidades dada pelo vídeo. O Conselho de Administração da entidade repudiou as falas que induzem as pessoas a pensarem em desvio de recursos, desaparecimento de dinheiro, má administração ou conduta incompatível.
“O que não contribui para a cidade é transformar uma entidade filantrópica, apartidária e comunitária em instrumento de disputa política. Atacar a Santa Casa por meio de suspeitas públicas sem prova prejudica não apenas seus dirigentes, mas principalmente a população que depende de seus serviços”, informou a nota.